Revista Barbante – n.º 171

17 mai./2026, Natal – RN, 84 p. (Rev. Eletr.)


Como um fio delicado que atravessa o tempo, unindo mãos, palavras e silêncios, a Barbante é um tecido feito de vozes que se encontram, de histórias que buscam calor em dias de frio. Nela, a literatura não é apenas escrita, é respiração. Há uma espécie de luz suave que percorre cada texto, onde cada autor traz consigo uma chama pequena, mas suficiente para iluminar caminhos. E assim, restringindo a escuridão e agasalhando pensamentos, em suas páginas, com chamada de capa, estão os poemas: O mesmo sol e Vazio sem realce (págs. 53 e 54), formando com os demais um campo de muitas luzes que nunca se apagam.

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Revista Barbante – n.º 169

10 mai./2026, Natal – RN, 57 p. (Rev. Eletr.)


A Barbante chega a mais uma edição com o coração cheio de gratidão e consciênte de que nada seria possível sem a presença de seus colaboradores e leitores. A revista abre suas páginas, neste dia especial, para homenagear todas as mães; de crianças, jovens e adultos. Mulheres que vivem um amor incondicional e milenar, que atravessam o tempo e as dificuldades sem perderem a essência. As mães são presença, são cuidado, são abrigo e força ao mesmo tempo. Há uma grandeza silenciosa no amor materno, algo que não se mede, mas se sente em cada gesto, em cada olhar e em cada palavra, como exposto na crônica: Mãe, o que significa ela para você? (págs. 14 e 15).

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Revista Thorzinho – n.º 4

3 mai./2026, Natal – RN, 107 p. (Rev. Eletr.)


A Revista Thorzinho é dedicada aos animais e à natureza. Surgiu da ideia de imortalizar o cachorrinho Thor, da tutora e editora-chefe da Revista Barbante, Rosangela Trajano. De raça Buldogue Francês, ele lutou bravamente pela vida, mas infelizmente morreu apenas com três anos. Nas edições mensais, suas páginas se transformam em um lugar de encontro entre a dor que precisa ser revelada e a esperança que precisa ser cultivada, em um espaço de luta pelo respeito aos animais e à natureza, acreditando que cuidar deles é cuidar do futuro e da própria essência humana. Aqui a primeira contribuição através dos poemas: Selvilização (em sua terceira publicação) e Triste Rosa (na segunda), que podem ser lidos nas páginas (61–63).

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Revista Barbante – n°. 166

25 abr./2026, Natal -RN, 81 p. (Rev. Eletr.)


A Barbante é um espaço vivo, pulsante, tecido com delicadeza e verdade, onde, juntos, vamos entrelaçando vozes, histórias e sensibilidades. Esta edição é dedicada ao meio ambiente, para refletir sobre a nossa realidade em compreender os impactos das ações humanas e pensar caminhos possíveis para o cuidado com a vida. Diante da desruição causada pela negligência e pela ganância, torna-se essencial parar, aprender, dialogar e agir. É tempo de arrumar um tempo, como sugere o poema: Falta de tempo (págs. 24 e 25). Esse tempo é necessário, urgente e profundamente formador por nós e pelo futuro que ainda podemos construir, pois seguimos acreditando na palavra como forma de resistencia e transformação. 

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Revista Barbante n.° 164

19 abr./2026, Natal – RN, 92 p. (Rev. Eletr.)


Os fios da Barbante se entrelaçam em silêncio e reverência para homenagear o poeta Lorenzo Giuliano Ferrari, que partiu após uma longa e corajosa luta contra o cancer. Esta edição é, portanto, um abraço tecido com palavras por tudo que ele nos deixou e por tudo que continuará ecoando. Assim, seguem os ecos que multiplicam aquilo que nasce aqui de forma carinhosa, com amor e respeito, reconhecendo a beleza das diferenças e a importância da convivência, como descrito na crônica: Brancos pintam a cara, indígenas usam jeans (págs. 16 -18). Todos os povos devem ser respeitados; cada qual em seu espaço, unindo o mundo pela delicadeza e jamais pela ignorância.

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Revista Barbante n.º 162

12 abr./2026, Natal – RN, 100 p. (Rev. Eletr.)


A Barbante segue com esperança de que cada página ainda pode ser abrigo, que cada leitura pode ser encontro e que cada gesto de criação é um modo de resistência. Caminhar em frente, juntos, entrelaçando histórias, afetos e sonhos, com leveza e coragem de tecer fio a fio, palavra a palavra, como quem acredita que o mundo pode ser, sim, um lugar mais sensível e mais humano. Este é e sempre será o desejo da revista. Com sensibilidade, o poema: Bloqueio (págs. 47 e 48) também foi tecido de forma onde o humano se reconhece no outro.

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Revista Animalista – nº. 11

Cleópatra Cartonera

abr./2026, Vila Velha – ES, 32 p. (Rev. Eletr.)


Os maus-tratos a animais ocorrem devido a uma combinação de fatores culturais, psicológicos e sociais, como a sensação de superioridade humana, falta de educação sobre o bem-estar animal, vingança ou sadismo. Não permita que a maldade seja praticada e fique impune. Denuncie sempre que puder. A Animalista ama os animais e vai continuar a homenageá-los, defendê-los e acima de tudo protegê-los. O poema: O rei leão em ação (pág. 11), se une aos demais para demonstrar a força crescente de poetas engajados, preocupados e sempre alertas com esta causa.

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Revista LiteraLivre – Vol. 10 – n.º 56

mar./abr. 2026, Jacareí – SP, 173 p. (Rev. Eletr.)


A LiteraLivre, nesta edição, celebra aquilo que a define; o encontro de vozes, estilos e sensibilidades que atravessam fronteiras e se unem pela força da palavra, com poemas, contos, crônicas e outras expressões artísticas, compondo um mosaico diverso e vibrante, fruto do talento de autores de diferentes partes do mundo. Este talento também pode ser percebido no poema: O encontro do Sapucaí com o Verde (págs. 21 e 22), quando os rios se unem para formar o curso do Grande nos vales das Gerais. Aqui, cada página carrega não apenas histórias e sentimentos, mas também a essência de uma comunidade que cresce a cada edição.

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Revista Barbante – n.º 159

29 mar./2026, Natal – RN, 83 p. (Rev. Eletr.)


Há dias em que o cansaço se torna linguagem. Vivemos tempos em que a pressa é quase uma teologia cotidiana. Exige-se produção, resposta, presença constante. A literatura sempre soube disso. Quanta vezes os grandes textos nasceram não da euforia, mas do esgotamento, da dúvida, da travessia interior. Escrever, ler, pensar são formas de costurar o invisível, de buscar a palavra não encontrada e, por vezes, a palavra mais verdadeira é aquela que nasce cansada, mas sincera. A Barbante é fiel a essa essência. Assim, vencendo o cansaço estão os poemas: Condenados (chamada de capa) e Sem aversão (págs. 51 e 52), escritos com sinceridade e a mais pura verdade.

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Revista Barbante – n.º 157

22 mar./2026, Natal – RN, 84 p. (Rev. Eletr.)


Celebrar a poesia é, em última instância, celebrar a própria vida em sua dimensão mais sensível e profunda. A Barbante nasce e renasce a cada edição porque existem poetas e, existem poetas, porque ainda há quem sinta o mundo com intensidade, quem se permita escutar o silêncio, quem transforme inquietações em linguagem. A poesia, em sua natureza mais essencial, atravessa fronteiras; ela é literatura, filosofia, teologia, uma ponte entre os que acreditam ser ela uma forma de existir com mais verdade. Nesta ponte está o poema: Íris (pág. 34 e 35), atravessando de mãos dadas com outros poetas felizes, mesmo diante das incertezas.

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Revista Barbante – n.º 155

15 mar./2026, Natal – RN, 102 p. (Rev. Eletr.)


A Barbante segue em sua jornada, com duas edições semanais, apoiando àqueles que estão começando, àqueles que não têm espaço, àqueles que escrevem movidos por necessidade interior e não por reconhecimento imediato. Ao longo do tempo, a revista tornou-se um laço afetivo delicado que une pessoas através da poesia, crônica, contos e reflexões não remuneradas, que se fazem reconhecer apenas pelo abrigo das palavras e a circulação de ideias; um encontro entre sensibilidades que talvez nunca se cruzassem de outra maneira. Neste encontro está o poema: Omar no mar (págs. 64 e 65).

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Revista Barbante - n.º 153

08 mar./2026, Natal – RN, 91 p. (Rev. Eletr.)


 Todos os anos, no dia 8 de março, flores são distribuídas, mensagens carinhosas circulam nas redes sociais e discursos sobre a importância da mulher aparecem em empresas, escolas e instituições, mas é preciso transformar flores simbólicas em respeito real; discursos em atitudes e as lutas das mulheres em compromisso com um futuro mais justo, para que elas possam viver com segurança, liberdade e dignidade todos os dias, e não apenas em um dia do calendário; assim, haverá algo a se comemorar plenamente. Mais do que flores e homenagens, elas merecem todas as edições, todos os poemas; entre eles: Mulher formosa — publicado pela 2.ª vez — e Retrato (págs. 56–58).

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Revista Barbante – n.º 152

4 mar./2026, Natal – RN, 86 p. (Rev. Eletr.)


A Barbante segue caminhando, edição após edição, sustentada pelo cuidado de quem escreve e pela atenção de quem lê. Ao longo deste percurso foi reunindo autores de muitas partes, de vozes diversas, que costuram palavras e reúnem histórias ampliando o alcance da poesia e da literatura, e com a mesma dedicação de sempre, cada página tem um fio de responsabilidade, de respeito aos escritores e carinho pelos leitores, que acompanham esta caminhada. Neste caminho, encontram-se os poemas: Em foco e Recordações da infância (págs. 49 e 50).

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Revista Barbante – n.º 150

22 de fev./2026, Natal – RN, 87 p. (Rev. Eletr.)

 

A Barbante é feita de encontros; de mãos que escrevem, olhos que leem e corações que se reconhecem nas palavras. Cada colaborador é um fio firme que sustenta a trama delicada de suas páginas, que borda sentido, beleza e compromisso literário. Já os leitores, são pássaros que voam em céus de azul intenso, pousando em linhas digitais com cantos que ecoam além da tela. O poema: Você e eu (págs. 44 e 45), encontra-se entre estes fios tecendo afetos e construindo pontes.

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Revista Barbante – n.º 148

15 fev./2026 – Natal – RN, 87 p. (Rev. Eletr.)


A Barbante completa 14 anos e enquanto lá fora os tambores ecoam e as ruas se vestem de brilho, a revista celebra um outro tipo carnaval, que não precisa de multidão para existir, que nasce do silêncio, do recolhimento e da palavra escrita com cuidado. Cada texto desta edição carrega confetes e serpentinas invisíveis, que não fazem barulho, mas iluminam. Assim, com muitas luzes estão os poemas: Fruto da vida e Calado na estrada (págs. 54 e 55).

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Revista Barbante – n.º 145

1 fev./2026, Natal – RN, 89 p. (Rev. Eletr.)


A Barbante nasce e renasce, semana após semana, porque nunca caminha sozinha. Cada texto é um gesto de cuidado, um abraço que atravessa páginas e alcança quem precisa ser alcançado. Que esta edição seja uma expressão de resistência poética, um pedido de paz ao tempo e ao mundo, um convite para que a ternura volte a morar nos corações e a esperança encontre, novamente, lugar para pousar. O Soneto ao legado camoniano (págs. 51 e 52), compartilha dores, esperanças e recomeços.

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Revista LiteraLivre - vol. 10 - n.º 55

jan./fev. 2026, Jacareí – SP, 192 p. (Rev. Eletr.)


Esta edição celebra o 9.º aniversário da revista, que durante este período cresceu, se expandiu e se diversificou, reunindo autores, leitores e artistas de diferentes partes do mundo, todos compartilhando narrativas, paixões, sonhos e realidades; reflexo da diversidade e da riqueza que definem a LiteraLivre, como demonstrado no soneto: Abraço de despedida (pág. 22).

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Revista Barbante - n.º 143

25 jan./2026, Natal – RN, 100 p. (Rev. Eletr.)


Vocês seguem ao nosso lado no amor, na paz e na leitura, essa prática tão essencial ao bem-estar, à reflexão e ao cuidado de si. Ler é um ato de presença; é também um gesto de amor grande: amor por si mesmo e pelo mundo ao redor. É na leitura que nos reconhecemos e aprendemos a cuidar melhor do que somos e do que nos cerca. Muito obrigado por caminharem conosco. Neste caminho, encontra-se o poema: Produtor do sertão  e Uma pequena homenagem aos 472 anos de São Paulo (págs. 58-60), com um trecho do livro Depois das Onze.

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Revista Barbante - n.º 141

18 jan./2026, Natal – RN, 79 p. (Rev. Eletr.)


A Barbante continua sendo espaço de acolhimento, denúncia sensível e resistência amorosa, onde a palavra também se levanta em defesa daqueles que não tem voz. Esta edição, dedicada ao Thor, cachorrinho de três anos, vítima de envenenamento. Defender a vida animal é defender a sensibilidade, a ternura e a justiça que ainda podem existir entre nós. Ser justo é reconhecer valores; escolher todos os dias o lado da vida, do amor e do respeito, como foi feito nos poemas: Ele e Filho de consideração (págs. 34-36).

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Revista Barbante - n.º 139

11 jan./2026, Natal – RN, 90 p. (Rev. Eletr.)


A Barbante espera que todos sigam encontrando em suas páginas um lugar de descanso, reflexão e encantamento. Que a leitura continue sendo uma fonte de sorrisos, perguntas e lampejos de felicidade no cotidiano. A revista se abre para seguir proclamando através das artes e literatura, paz e amor nos corações dos homens; acreditando na força da palavra como ponte, na poesia como abrigo e na escrita como resistência amorosa, em um mundo tantas vezes ferido, insistindo na delicadeza, no cuidado e na escuta, como nos poemas: Saudade de um amigo e Imaginação sensibilizante  (págs. 31-33).

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Revista SerEsta - n.º 16

2º. Sem./2025, São Paulo – SP, 118 p. (Rev. Eletr.)


Novamente entre os 30 selecionados no concurso em homenagem “A vida e Obra de Carolina Maria de Jesus”, que desafiou as condições concretas de sua existência e tornou-se referência literária, o poema: Os cadernos que tiraram Carolina da favela (pág.41), somados aos demais, contribuiu com todos que se debruçaram sobre os escritos e biografias da autora para mostrar a grandeza de sua obra. Convidado como “Participação especial”, segue um depoimento sobre a relação com o periódico e o convívio com os concursos realizados: A descoberta da Revista SerEsta (págs. 88-90).

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Revista Barbante - n.º 134

14 dez./2025, Natal – RN, 53p. (Rev. Eletr.)


Há fios que se entrelaçam no silêncio e, ao se tocarem, criam o tecido vivo das palavras. Assim é a Barbante: uma revista tramada por muitas mãos, muitas vozes e muitos sonhos, com textos que ajudam a construir um mundo melhor e que abrem portas de esperança para aqueles que ainda caminham afastados da leitura, pois ler é também um modo de viver. Em tempo de contemplação, de recordar dos mistérios de Deus e de seu filho Jesus, nos faz lembrar que a grandeza está na simplicidade, no acolhimento e na ternura, que nasce do cotidiano. Essa memória sagrada tem inspirado os autores com o propósito de entrelaçar histórias e esperanças, como pode ser observado nos poemas: Confissão  e Tuas palavras (págs. 20 e 21).

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Revista Barbante - n.º 132

07 dez./2025, Natal – RN, 109 p. (Rev. Eletr.)


A Barbante abre mais uma edição com o coração transbordando de gratidão. A revista tem chegado a lugares distantes, levando um pedaço de casa pelo caminho, em viagens que atravessam montanhas, mares, desertos, florestas e cidades, onde a poesia ainda é refúgio, calmaria e alimento, como nos versos dos poemas: Sereia  e Vivência (págs. 45 e 46). Que cada página continue a transmitir sensibilidade e levar a pluralidade da literatura em território de encontro, sendo o sopro de existência capaz de transformar o cotidiano em revelação.

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Revista LiteraLivre - vol. 9 - n.º 54

nov./dez. 2025, Jacareí – SP, 204 p. (Rev. Eletr.)


A LiteraLivre chega á sua última edição de 2025 e, enquanto o ano não termina, convida a todos para prestigiarem as artes e textos vindos dos mais diversos lugares do mundo. Aproveita também para pedir que continuem seguindo firmes nas leituras de 2026, assim a revista continuará a jornada de difundir a literatura com liberdade através das palavras, como as que foram escritas no poema: Dança da vida (pág. 33). 

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Revista Epifania - n.º 3

Ed. Cleópatra Cartonera

nov./2025, Vila Velha - ES, 25 p. (Rev. Eletr.)


A revista tem publicado em suas páginas poetas com verdadeiras poesias sobre a vida, pura Epifania, onde os sentimentos afloram em um espaço cultural, voltado para a revelação de talentos e a celebração da sensibilidade, focado em artes visuais e literatura de qualidade, que causem momentos de súbita compreensão e percepção repentina da mudança da visão sobre algo. O poema: Soneto de um desesperado (pág. 15), mostra que nem todo amor é correspondido como se deseja, levando à dor e ao sofrimento.

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10 Poemas – Revista Mínima de Poesia

Tudo Junto e Misturado 2

Coletivo literário O Gato que Pesca

nov./2025, Belo Horizonte – MG, 14 p./Anexo 26 p. (Rev. Eletr.)


Para estes tempos digitais, surge uma nova poesia, de autoria múltipla, difusa e criativa a espalhar-se como vírus. Nesta edição foram escolhidos 34 textos agrupados em 10 conjuntos almagamados por Inteligência Artificial (IA) que deram origem a 10 novos poemas, compondo o Tudo Junto e Misturado 2. Para melhor compreensão é preciso ler o volume com os poemas produzidos e depois o volume (Anexo) com os poemas de contribuição. O Poema 7 (pág. 18) foi elaborado a partir de 4 poemas; entre eles: À noite num bar  (pág. 11 do anexo).

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Baixe o anexo aqui

Revista Barbante - n.º 130

30 nov./2025, Natal – RN, 209 p. (Rev. Eletr.)


A literatura nos resgata dos medos, das sombras, dos traumas, e nos conduz delicadamente para a luz que sempre existe, mesmo que às vezes pareça distante. Ela nos lembra que tudo o que é vivo merece cuidado, e tudo o que é cuidado floresce. A Barbante existe porque muitos corações se empenham em mantê-la viva, acesa, vibrante. E é preciso dizer isso em voz alta, com a poesia que mora e permanece dentro de cada página. Seus textos, suas artes, suas ideias e seus gestos não apenas enfeitam a revista, mas lhe dão alma, substância e respiração para seguir trilhando o universo das palavras. O poema: O encanto da Pedra Azul (págs. 74 e 75), deseja que o leitor pare, respire e contemple as paisagens pelos caminhos por onde percorre.

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Revista Barbante - n.º 128

23 nov./2025, Natal – RN, 121 p. (Rev. Eletr.)


Mais uma vez, a Barbante abre suas páginas com o coração cheio de gratidão e esperança para dar vida e acolher cada texto que faz ecoar além das margens da revista. Segue publicando com a delicadeza das trocas e o carinho que une todos em torno da arte e da palavra. Quem escreve, escreve porque ama, e esse amor é o que mantém firme cada edição em meio a um mundo dominado por telas azuis e inteligências artificiais. Cada leitor é um elo que completa este vasto mundo da literatura, onde os autores vêm pedindo socorro insistentemente para que o homem dê mais valor ao seu habitat natural, como nos poemas: Canto final  e Quarto de conflitos (págs. 58-60).

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Revista Barbante - n.º 126

16 nov./2025, Natal – RN, 135 p. (Rev. Eletr.)


Em tempos em que tantas telas piscam diante de nossos olhos, a Barbante convida a todos a desligar por um instante o brilho dos aparelhos para acender dentro de si a luz de um bom livro, de um poema, de uma história, porque é na leitura que o pensamento floresce, a imaginação se expande e o coração aprende a enxergar o mundo com mais ternura e profundidade, mas se não conseguir, siga por aqui, pois cada página publicada na revista é um tecido vivo de sonhos, emoções e verdades compartilhadas, como as ditas no poema: Paixões camilianas oitocentistas  (págs. 51-54), que retratam os amores de Camilo Castelo Branco e o fim trágico de sua vida.

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Revista Barbante - n.º 124

9 nov./2025, Natal – RN, 115 p. (Rev. Eletr.)


A Barbante, a cada edição, se expande como um novelo que se desenrola para alcançar mais longe, mais fundo, mais alto. E isso só é possível porque seus textos, suas histórias, seus versos surgem da fé e da força transformadora das palavras. A revista e seus colaboradores não buscam lucro, fama ou glória; buscam apenas voar nas asas de um pássaro e pousar, juntos, num ninho tranquilo, onde a poesia seja abrigo e a prosa seja descanso. Por amor à literatura, cada leitor é um fio que acrescenta neste tecido coletivo. Que continuemos firmes, fortes e resistentes diante das injustiças sociais que enfrentamos todos os dias. A vida é um jogo e acaba num sopro. É preciso cultivar o viver, semear o bem para colher bondade, como exemplifica os poemas: O Sol nascente  e Jogo de dominó  (págs. 53 e 54).

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Revista Barbante - n.º 123

5 nov./2025, Natal – RN, 123 p. (Rev. Eletr.)


Nesta edição das quartas-feiras, a Barbante ganhou novas cores, novas vozes e novas esperanças, alongando-se através de um fio que não se rompe e da certeza que a literatura cura e liberta da maldades do mundo, pois escrever é resistir com beleza, poetizar é acender luzes no escuro e ler é viajar por mundos diferentes e voltar com o coração mais leve e mais humano, assim como fez o poema: Cultivo de amizades (págs. 65 e 66), fortalecendo os laços entre Brasil e Japão, que comemoram 130 anos de relações diplomáticas.

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Revista Barbante - n.º 122

2 nov./2025, Natal – RN, 109 p. (Rev. Eletr.)


A cada edição o fio da Barbante cresce, se fortalece e se enfeita com as cores da partilha, da palavra e da amizade e, acreditando na força e importância da literatura, a revista passará a ter duas edições semanais, abrindo espaço também para autores internacionais, fortalecendo o diálogo entre culturas e vozes da escrita. Cada página pretende seguir firme e fiel na sua essência: ser um laço que acolhe as pessoas de almas puras e sensíveis ao redor do mundo, permitindo que cada fio encontre outro e formem uma grande teia de amor, humildade e poesia, sem medo de ser feliz, como nos poemas: Ameaça no tempo  e Boca a boca (págs. 58 e 59), sendo o primeiro chamada de capa deste exemplar.

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Revista Barbante - n.º 121

Edição Especial Carlos Drummond de Andrade

31 out./2025, Natal – RN, 81 p. (Rev. Eletr.)


Hoje, nesta edição especial, a Barbante comemora o “Dia da Poesia” e a vida de Carlos Drummond de Andrade, o poeta das reticências, dos silêncios e das pedras, que vive ainda em cada verso que nos atravessa o peito e nos fez enxergar beleza até nas dificuldades, afinal, quem nunca tropeçou em sua própria pedra? Nesta data, tão simbólica, cada poeta é um fio que se entrelaça à proposta da revista: celebrar a poesia como o bordado mais delicado da alma humana para poder compreender todas as pedras que possam aparecer pelos caminhos, como as dos poemas: Amarguras de um poeta  e Soneto ao violão emudecido (págs. 19 e 20), mesmo outras que estejam contidas nas diferentes poesias.

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Revista Barbante - n.º 120

26 out./2025, Natal - RN, 161 p. (Rev. Eletr.)


Há algo de milagroso em cada edição da Barbante, quando as palavras se entrelaçam e formam o tecido vivo da literatura, que dão cor ao branco do papel, voz às páginas e sentido ao propósito editorial. Cada leitor é um anjo anônimo; razão de cada linha escrita. A leitura é o sopro de vida que mantém a chama da palavra, que salva o mundo dos silêncios que ferem, das violências que adoecem, dos monstros que se encontram por trás de telas azuis. Ler é um gesto de amor, um ato de coragem, uma oração dita em voz baixa contra o esquecimento. O poema: Terá salvação a democracia? (págs. 99 e 100), se une ao universo de palavras para refletir um tema que há muito vem sendo debatido e repercutido na vida dos cidadãos. Com agulhas de fé e linhas de esperança, espera-se que um dia o país possa tornar-se melhor.

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Revista Barbante - n.º 119

19 out./2025, Natal – RN, 148 p. (Rev. Eletr.)


Cada palavra lançada no papel é uma semente, e cada semente tem o poder de nascer em corações distantes, florescendo em gestos, pensamentos e sentimentos. Assim, tem sido a trajetória da Barbante: um novelo de afetos literários, tecido pacientemente por mãos diversas que acreditam no poder transformador da palavra. Esta edição, volta seu olhar aos professores; mestres de mãos firmes e corações imensos, verdadeiros tecelões do futuro. A revista segue acreditando que a literatura é um espaço onde as pessoas se encontram sem muro, sem fronteiras e sem armas, apenas com o desejo de compreender o outro e de construir juntos um mundo melhor, que não seja irreal e nem fruto da imaginação, como descrito no poema: Sino dos ventos (págs. 100 e 101).

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Revista  Barbante - n.º 118

12 out./2025, Natal – RN,150p. (Rev. Eletr.)


Há quem diga que a literatura é feita de tinta e papel, mas a Barbante acredita que ela é feita de alma e fios que se entrelaçam a tantos outros, formando o tecido da humanidade. Nesta edição, a revista homenageia as crianças pelo seu dia; às que brincam e correm, àquelas que vivem dento de cada adulto e que não se recusam deixar morrer seu riso mais puro. Que a palavra continue sendo o nosso fio de união, o laço que costura corações distantes e o canto que anuncia um novo tempo de luz. O poema: Caminho oculto (págs. 67 e 68) diz que o ser humano anda sem tempo, em um mundo que a cada dia aumenta a competitividade e, assim, está deixando de vê-lo com encantamento. Por isso, é preciso agradecer a todos que dedicam um pouco do seu tempo, seja para escrever ou para ler nossas preces de versos, narrativas e afetos, costuradas com fios da empatia e da fé.

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Revista Barbante - n.º 117

5 out./2025, Natal – RN, 119p. (Rev. Eletr.)


A Barbante vem de mãos dadas com os colaboradores, trazendo novidades e um lamento. Está menor em número de páginas, mas imensa em propósitos, pois continua grande de coração e de humildade. Nesta edição, curva-se diante de uma perda irreparável: a morte de Jane Goodall, que dedicou sua vida ao estudo dos chimpanzés, em Gombe, na Tanzânia. Ela ensinou-nos a olhar para eles com emoções, afetos e dignidade. Apesar desta dor, a revista vai seguindo seu caminho à procura de abraçar o mundo inteiro. O poema: A lágrima do Céu e o sorriso da Terra (págs. 35 e 36), se fazem presentes, dispostos a cooperarem neste abraço.

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Revista Epifania - n.º 2

Ed. Cleópatra Cartonera

set./2025, Vila Velha - ES, 49p. (Rev. Eletr.)


Os sentimentos são a percepção subjetiva e consciente de uma emoção, em que cada individuo dá sentido à sua experiência emocional. Eles envolvem a atividade mental e estão ligados profundamente à nossa história de vida, valores e relações pessoais. Vale lembrar que a Epifania, em suas páginas, registra todas as formas expressas de sentimentos, sejam eles positivos ou negativos, pois são naturais. O importante é saber reconhecê-los, expressá-los de maneira saudável e tratá-los com inteligência emocional. O poema: Sentimentos sujos (pág. 18), mostra que há também emoções fabricadas, fingidas, exageradas, que servem para manipular, obter vantagens ou mascarar inseguranças; assim é preciso discernir os sentimentos verdadeiros daquele que são falsos.

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Revista Barbante - n.º 116

28 set. 2025/ Natal – RN, 129 p. (Rev. Eletr.)


Mais uma vez o coração da Barbante se enche de gratidão. Cada página que nasce é fruto de um gesto coletivo, tecido com dedicação daqueles que escrevem e leem, formando um laço invisível, porém tão concreto, de afeto, cuidado e respeito, pois a literatura só se realiza plenamente quando encontra alguém que a acolhe. A revista busca lançar ao mundo palavras que salvam e carregam consigo a doçura e a boniteza que só um escritor ou poeta cuidadoso é capaz de ofertar. O poema: A última revista (págs. 70 e 71), remete à ideia de rever e fazer uma avaliação mais atenta e minuciosa às atrocidades humanas para colocar o mundo em seu eixo original. Será que isso é possível?

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Revista Barbante - n 114

14 set./2025, Natal – RN, 174 p. (Rev. Eletr.)


A Barbante é feita de nós, por todos nós; os que escrevem, leem e entrelaçam fios invisíveis que unem corações pelo amor à literatura. Cada edição nasce como uma flor que se abre devagar, revelando perfumes diferentes, mas sempre com o mesmo sentido: partilhar beleza através de jardineiros da palavra e artesãos do instante. Esta semana, porém, suas páginas se revestem de saudade e florescem em momentos de despedida pela partida da cantora Ângela Ro Ro, que com sua voz tocou fundo o coração de quem a ouviu e a poetisa potiguar Nivaldete Ferreira, cujos poemas foram tocados pela sua sensibilidade; ambas foram eternizadas em estrelas luminosas que jamais se apagarão, pois a eternidade é feita desses ecos que não se calam. Os poemas: O poeta e a vida e Teodiceia (págs. 76 e 77), se fazem presentes nesta despedida para manter a voz dos que, por aqui, ainda continuam com esta necessidade de falar.

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Revista Barbante - n.º 113

07 set./2025, Natal – RN, (Rev. Eletr.)


O “Dia da Independência” nos chama a um exercício diário: sermos donos de nossa cultura, guardiões da natureza que nos abraça, protetores da palavra que nos identifica, pois, soberania não é apenas bandeira erguida; é pão repartido, livro aberto, escola cheia de vozes, poesia que se recusa ao silêncio. Assim, com essa consciência, a Barbante se faz e se refaz; não com espadas, mas com canetas, teclados e sentimentos. Desta forma, o poema: A mulher que ninguém vê (págs. 105 e 106), não quer ficar mudo diante da violência física que muitas mulheres estão sofrendo. Também é preciso gritar, não se calar e buscar ajuda pela busca d liberdade.

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Revista Barbante - n.º 112

31 ago./2025. Natal – RN, 169 p. (Rev. Eletr.)


A Barbante tece fio a fio uma colcha de palavras. Em suas páginas cada escritor borda sonhos, dores e esperanças que carregam dentro de si. São poemas que acendem luzes no escuro; crônicas que capturam o instante e o transforma em memória; crônicas que inventam mundos novos ou revelam o cotidiano. Cada texto é um presente, uma centelha que, somadas às outras, ilumina a note e dá sentido à revista. É no encontro entre quem escreve e quem lê que a literatura cumpre seu destino maior: criar laços. Os poemas: Sonolência e Fim de semana (págs. 107-109), esperam contribuírem para o estreitamento destes laços, pois ler não é um ato passivo; é também um gesto de voluntariado.

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Revista Barbante - n.º 111

24 ago./2025, Natal – RN, 117 p. (Rev. Eletr.)


A Barbante agradece, mais uma vez, a confiança depositada em suas páginas e, para comemorar o “Dia do Folclore”, invoca dois mestres da literatura: Ariano Suassuna e Luís Câmera Cascudo, para lembrar que somos feitos de histórias e reafirmar que o povo brasileiro é tecelão de mitos, lendas, poesias e esperanças. Nos feitos literários destes autores, o folclore sempre esteve presente com fios nunca rompidos, acolhendo e dando voz aos gritos desassossegados da arte popular. Assim, a revista segue sendo o laço que une, abraça e contagia o leitor. Os poemas: Bem bom, Cicatriz  e Noite de inverno (págs. 69 e 70) estão aqui com outros, esperando que o contágio seja fatal.

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Revista Barbante - n.º110

17 ago./2025, Natal – RN, 157 p. (Rev. Eletr.)


Como um fio que não se rompe, a missão da Barbante é unir e entrelaçar pessoas, histórias e sonhos. Em cada página há um pedaço de quem escreve e de quem lê, e o encontro desses dois mundos é a verdadeira mágica da literatura. É impossível sair dela sem levar um pouco de afeto consigo, pois o cuidado não é detalhe, é essência. A revista oferece mais que letras; oferece presença, escuta e um abraço que se estende por entrelinhas. Os poemas: Fantasmas da vida e O boia-fria (págs. 83 e 84), se unem aos demais em busca de atenção, sendo que o segundo citado deixou o site para ganhar outras dimensões, outros leitores e, acima de tudo, alcançar você.

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Revista Barbante - n.º 109

10 ago./2025, Natal – RN, 167 p. (Rev. Eletr.)


Os fios da Barbante se voltam principalmente aos pais nesta edição. Todos eles, de todas as formas, com todas as histórias, celebrando o seu dia com textos que emocionam, provocam e acariciam. Porque ser pai é um ato poético, é gesto, presença, sacrifício. É abraço que segura o mundo e olhar que pede silêncio e compreensão. Aqueles que oferecem proteção também precisam de carinho, pois amar é também ver a humanidade por trás da figura. É entender que mesmo os mais fortes, um dia, precisam de colo. Traçando palavras de amor, a crônica: Faltava-me coragem, pai (págs. 59 e 60 - Chamada de capa), reconhece o valor desta figura que espelha com cumplicidade os destinos dos filhos, mostrando a falta que faz quando é chegado o momento da partida.

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Revista Barbante - n.º 108

3 ago./2025, Natal – RN, 158 p. (Rev. Eletr.)


A Barbante gosta de enlaçar o que é essencial: flores e pássaros, palavras e versos, ciências e filosofia; assim vai costurando tudo com amor, até formar um novelo delicado e sábio desses que aquecem o espírito, mesmo nos dias mais difíceis. Há momentos em que a poesia precisa parar para gritar e esta edição segue sendo um espaço onde a palavra não se cala diante da injustiça, onde o amor é gesto de respeito e a poesia também pode ser grito, pois não há mais espaço para o silêncio que permita uma sociedade estruturalmente doente. O poema: Indígena desconhecido (págs. 67 e 68), reflete uma destas questões; a discriminação, mas são muitas para serem resolvidas em um mundo onde impera a violência; principalmente contra as mulheres.

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Revista Epifania - n.º 1

Editora Cleópatra Cartonera

Jul./2025, Vila Velha – ES, 153 p. (Rev. Eletr.)



A Cleópatra Cartonera, editora independente de literatura e arte marginal, dedicada a publicar vozes potentes e plurais, fora dos grandes centros editoriais, traz mais uma novidade: a Revista Epifania, um espaço para expressão de sentimentos que atravessam o humano, onde será explorado com intensidade, sutileza ou fúria – em palavras e imagens – o amor, a alegria, a tristeza, a raiva; temas que mexem com nossas emoções e invadem o cotidiano. O poema: A mulher formosa (pág. 34), revela com sensibilidade o compromisso firmado após o encontro da alma gêmea. Seria a outra metade da laranja do poeta? Cabe ao leitor tentar decifrar o enigma.

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Revista Animalista - n.º 7

Ed. Cleópatra Cartonera

jul./2025, Vila Velha – ES, 45 p. (Rev. Eletr.)


A Animalista, nesta edição, homenageia os “Animais Artistas”, que de acordo com a espécie, o tipo de instrução e treinamento criam arte de maneiras diferentes. Uns usam o próprio corpo para produzirem suas obras, outros são agraciados pelos humanos com pincéis, tintas e telas. A maioria faz obras naturais, com propósito prático, mas alguns criam artisticamente, sem propósito e, isto sim, pode parecer arte. O poema: A graça da garça  (pág. 27), publicado mais uma vez em um periódico, mostra que cada animal têm seus encantos; cada um é artista à sua maneira e oferece inspirações infinitas para a arte humana.

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Revista Barbante - n.º 107

27 jul./2025, Natal – RN, 174 p. (Rev. Eletr.)


Nesta edição, que pulsa como o coração de uma árvore amazônica milenar, a Barbante celebra a vida que resiste e se reinventa, como barbante que abraça o tempo, os galhos e as raízes para abraçar a responsabilidade de proteger a Amazônia, não como um símbolo distante, mas como fonte vital para todo o planeta. As árvores da floresta são as guardiãs da vida. Respiram por nós, regulam o clima, sustentam os rios voadores que alimentam a terra e o ar. Os poemas: Olhar de piedade  e Moléculas das sementes (págs. 88 e 89), mostram que os seres humanos precisam de cuidados e, para que cada um de nós possa ser raiz, folha, tronco, antes é necessário um gesto mínimo de cuidado com a natureza, para que todos continuem a usufruir deste milagre que é viver.

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Revista Barbante - n.º 106

20 jul./2025, Natal – RN, 223 p. (Rev. Eletr.)


Em tempos tão marcados pela pressa, pelo ódio nas redes sociais e pela indiferença, a Barbante continua sendo um espaço de acolhimento, onde se possa repousar o olhar, aquecer o coração e lembrar de que o mundo ainda pulsa em esperança. E é neste gesto coletivo que se constrói um lugar de paz e beleza, onde o amor pela literatura floresce com simplicidade e profunda força transformadora. O ensaio: O que é ser escritor? (págs. 70 e 71) representa o fortalecimento desta transformação, feita pelas mãos daqueles que constroem o mundo das letras.

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Revista Barbante - n.º 105

13 jul./2025, Natal – RN, 103 p. (Rev. Eletr.)


O Brasil é um país soberano; merece respeito, pela luta histórica, pela força de seu povo e, sobretudo, pela democracia plural e vibrante. Os brasileiros possuem muitas vozes, muitas cores, muitos sonhos, e a literatura tem sido uma dessas vozes de resistência, liberdade e esperança. A Barbante busca sentido na partilha, na escuta, na delicadeza de um poema, na honestidade de uma crônica, na coragem de quem ousa escrever. Assim, o poema: Doce lembrança (págs. 51 e 52), resgata da memória as recordações de uma experiencia vivida numa cidade interiorana para traduzir a tranquilidade que não pode ser aplicada às grandes metrópoles.

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Revista SerEsta - n.º 15

1º. Sem./2025, São Paulo – SP, 132 p. (Rev. Eletr.)


Selecionado no concurso que homenageia “A Vida e a Obra de Casimiro de Abreu”, o poema Estanho estrangeiro poeta (pág. 33) está entre os 30 classificados que abordou o tema como objeto de estudo e prova de que a arte é capaz de transcender e alcançar a eternidade. Que os trabalhos apresentados neste número conduzam o leitor a apreciar a beleza na evocação do passado acerca deste representante do Romantismo.

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Revista Fluxos - n.º 20

Blog A Liter Ação

Jun./2025, Guarulhos – SP, 88 p. (Rev. Digital)


Com este número, a Fluxos fecha um ciclo e anuncia sua despedida, mas não é um adeus. A revista vai ter um novo formato, passar por transformações e iniciar uma nova etapa editorial, com espaço amplo e diverso, onde a literatura e a arte apareçam de modo brilhante e plural. O poema: A (ma)temática do Português (pág. 29), inserido na seção “Espirais Poéticos” foi selecionado para compor a finalização deste projeto, que ao longo dos seus cinco anos, de muitas alegrias, sente que o dever foi cumprido, mas ainda tem muito a ser realizado. Até breve.

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10 Poemas – Revista Mínima de Poesia

Edição Especial – Tudo Junto e Misturado

Coletivo literário O Gato que Pesca

Jun./2025, Belo Horizonte – MG, 18 p./Anexo 60p. (Rev. Eletr.)


Com a proposta de fundir poemas de diversos autores, para se produzir novos poemas híbridos, através da inteligência artificial (AI), questionando a noção de autoria individual e transformando-a em coletiva, a revista apresenta aos leitores o resultado do experimento. O Poema 3  (págs. 8 e 9) surgiu da contribuição do agrupamento de 11 poemas originais, de diferentes poetas, dos quais O Espelho (págs. 15 e 16 do anexo) foi um deles. Para cada novo poema criado, um novo grupo de autores e seus respectivos poemas foram selecionados, até formar os 10 poemas “Tudo Junto e Misturado”.  O primeiro volume traz os poemas produzidos, o segundo, um anexo com as contribuições originais; para ler, comparar, pensar e, quem sabe, inspirar a criar outros poemas.

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Revista Animalista - n.º 6

Ed. Cleópatra Cartonera

jun./2025, Vila Velha – ES, 76 p. (Rev. Eletr.)


Você sabe o que significa a expressão: “Espécies Companheiras”? Gerada a partir da estreita relação entre pessoas e cachorros, significa que ‘alguém é importante para alguém’. A Animalista vai explicar isso melhor, nesta edição, através de um Ensaio, que vai muito além da relação canídeo-hominídeo, para ajudar a assimilar a importância da coexistência das espécies no planeta. O poema: Minha companheira Polly (pág. 32), publicado pela segunda vez, agora em uma revista literária dedicada exclusivamente aos bichos, faz pensar sobre o que motiva a levar para casa um animal encontrado perdido na rua.

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Revista Barbante - n.º 102

29 jun./2025, Natal – RN, 162 p. (Rev. Eletr.)


Dedicada à memória de Juliana Marins, que faleceu ao cair em um vulcão durante uma trilha na Indonésia, esta edição lembra que a vida precisa ser vivida de forma intensa, sem medo de percorrer caminhos desconhecidos. A Barbante acredita ser a coragem essencial para cada um continuar a lutar por seus sonhos e caminhar atrás de seus ideais, acordando todos os dias com vontade de viver mais, sentir mais e ser mais. Os poemas: Sujeira no chão e O belo ideal (págs. 86 e 87), mostram que, mesmo em tempos incertos, é preciso encontrar sentindo para seguir adiante.

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Revista Barbante - n.º 101

22 jun./2025, Natal – RN, 113 p. (Rev. Eletr.)


Depois da centésima edição, a Barbante segue com um sentimento profundo de continuidade e de esperança com o compromisso renovado de tecer, ponto a ponto, um espaço onde a literatura não apenas floresce, mas cura, consola, provoca e acolhe. Esta edição carrega uma urgência silenciosa: a necessidade da paz. A revista está aberta para receber novos colaboradores, novas vozes, novos mundos; abraçar mais e mais universos. Os poemas: Contatos imediatos e Trem solitário  (Págs. 73 – 75), trilham por estes caminhos. “Por um mundo com mais paz e menos ruídos nos corações”. 

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Revista Barbante - n.º 100

(Parte I de II)

15 jun./2025, Natal – RN, 156 p. (Rev. Eletr.)


A revista comemora com emoção a sua centésima edição, (dividida em 2 partes), consciente de que cada página publicada é fruto de um esforço coletivo de luta e crença profunda na literatura como força transformadora. Aproveita também, para agradecer todos os colaboradores, escritores e leitores, indispensáveis para que se siga em frente acreditando que cada verso, cada prosa, pode tocar, pode acalmar, pode transformar dor em beleza, ruído em silêncio fecundo, caos em contemplação; como se vê nos poemas: Lago mudo e Descoberta de uma alma (págs. 70 e 71) e nos demais textos que aqui se encontram. Enquanto houver amor às palavras e fé no humano, a Barbante seguirá entrelaçando linhas, costurando afetos e bordando futuros. Que venham mais 100!

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Revista Barbante - n.º 99

8 jun./2025, Natal – RN, 162 p. (Rev. Eletr.)


Uma das maiores alegrias da Barbante é poder publicar semanalmente as palavras de cada colaborador que chegam aos leitores como abraços de papel e afeto. Cada verso, cada prosa, é uma semente lançada com esperança, e saber que a revista é o solo onde germinam, torna-se motivo de imensa felicidade e certeza do quanto a força da escrita é viva e nos une. Os poemas: Sem definição e Espelho  (págs. 100 – 102), juntos aos demais textos, provam que escrever é resistir e partilhar a vida em forma de arte.

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Revista LiteraLivre - vol. 9 - n.º 51

mai/jun./2025, Jacareí – SP, 192 p. (Rev. Eletr.)


A LiteraLivre dedica esta edição ao mágico Michael que foi fazer mágica no céu, aos seus autores e leitores que caminham com a revista participando, divulgando, lendo e recomendando aos amigos uma literatura com liberdade em busca de transformar o mundo através de palavras. O poema Biologia do homem (pág. 15) acaba de ser selecionado pela segunda vez por um periódico, ganhando novos horizontes e a oportunidade de tornar-se mais conhecido.

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Revista Animalista - n.º 5

Ed. Cleópatra Cartonera

mai./2025, Vila Velha – ES, 45 p. (Rev. Eletr.)


Fundamentais para nosso ecossistema, além de produzirem o mel, são responsáveis por polinizar 1/3 das culturas alimentares mundiais. Com isso, a edição deste mês reservou suas páginas principalmente às abelhas, que teve comemorado o seu Dia Mundial em 20 de maio. O poema Enxame (pág. 31) faz parte deste repertório de conscientização sobre a importância dos problemas que elas enfrentam e a necessidade de tomadas de medidas que as protejam.

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Revista Capixabista - n.º 1

mai./2025, Vila Velha – ES, 32 p. (Rev. Eletr.)


A Editora Cleópatra Cartonera anuncia o lançamento de sua nova revista virtual: Capixabista, um espaço para divulgar poemas, contos, fotografias, colagens e relatos sobre algo referente ao Estado capixaba. Esta primeira edição homenageia o Dia da Colonização do Solo Espírito-Santense, comemorado em 23 de maio, data oportuna para pôr no ar esta publicação. O poema: Ladeira da Penitência (Pág. 15 e 16) é dedicado a todos os peregrinos que sobem a Estrada do Convento da Penha, em Vila Velha, para pagar suas promessas ou apenas visitar a instituição de origem católica.

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Revista Barbante - n.º 97

25 mai./2025, Natal – RN, 133 p. (Rev. Eletr.)


A Barbante chega nesta semana com um tom de saudade e reverência com a partida do fotógrafo Sebastião Salgado, mestre das imagens eternizadas na beleza, dor, resistência e esperança do nosso mundo; mas, mesmo entristecida, sente-se tocada pela capacidade de seus autores em transformar sentimentos em palavras, e palavras em pura emoção. Assim, os poemas: Correria  e Extrema esquematização (págs. 69 e 70) fazem parte deste projeto, que conecta o universo ao coração dos leitores, através do elo literário, afetivo, espiritual e poético.

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Revista Barbante - n.º 96

18 mai./2025, Natal – RN, 191 p. (Rev. Eletr.)


A Barbante segue firme em seu propósito de ser um elo entre o mundo material e emocional, uma ponte viva entre pensamentos e sentimentos, entre realidades duras e sonhos possíveis, acreditando que, mesmo em meio ao caos, a literatura é capaz de soprar brisas de paz, de compaixão e de esperança. O poema: Fantasia angelical (pág. 50), leva a crer que a pureza e a inocência deixam o mundo mais leve.

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Revista Alinhavos - vol. 5 - n   2

abr./2025, Belém - PA, 74p. (Rev. Eletr.)


Com o tema: “Histórias pra Boi Dormir”, os autores foram desafiados a explorarem a arte sutil da mentira e da manipulação, a fim de enganar e surpreender os leitores, pregando-lhes uma peça nesta edição, através de narrativas que destaquem personagens personificadas por trapaças e traições; afinal, quem nunca contou uma mentirinha? O poema: No mundo em que vivemos (Págs. 15 e 16), retorna a uma revista após 43 anos de sua primeira publicação para mostrar a inversão que o homem submeteu os conceitos da vida e, até hoje, continua imutável ao respeito pelo outro e à natureza.

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Revista Animalista - n.º 4

Ed. Cleópatra Cartonera

Abr./2025, Vila Velha – ES, 65 p. (Rev. Eletr.)


Neste mês de maio, em que se comemora o Dia das Mães, a Animalista traz algumas curiosidades sobre as mães incríveis do reino animal. São elas, as responsáveis por alimentar e cuidar de seus filhotes para garantir a sobrevivência nos ambientes hostis e perigosos em que vivem, mostrando a importância de se reconhecer o vínculo maternal como uma força poderosa que transcende as fronteiras das espécies em profunda conexão entre todas as formas de vida. O poema: Lambidas e ronronares (pág. 24), diz que compreender as nuances dos comportamentos dos bichos aprofunda o vínculo de amizade entre eles e os seres humanos.

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Revista Barbante - n.º 93

27 abr./2025, Natal – RN, 156 p. (Rev. Eletr.)


A Barbante, inspirada na trajetória de Papa Francisco, falecido no dia 21, que com palavras firmes pediu insistentemente pela paz entre as nações, pela dignidade dos esquecidos e pelo fim das guerras que dilaceram corpos e almas, reforça o apelo por um mundo mais justo, mais humano e mais solidário, buscando tecer pontes entre culturas diferentes, promovendo o diálogo e a empatia. O poema: Lá vem Papa Francisco (págs. 96 e 97), traduz a solidariedade, o afeto e a dedicação do Santo Padre dedicado ao povo em sua missão aqui na Terra.

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Revista Barbante - n.º 92

18 abr./2025, Natal – RN, 115 p. (Rev. Eletr.)


Nesta edição de Páscoa, a Barbante espera que todos possam refletirem sobre suas missões aqui na Terra, suas palavras e sentimentos ao próximo, para que o mundo se torne um lugar melhor para se viver sem tanto sofrimento. O poema: Dos bailes da vida aos palcos do mundo (págs. 76 e 77) demonstra o quanto certas músicas mexem com nossas emoções e, através delas, podemos também despertar os nossos sentimentos, como nesta homenagem a Milton Nascimento.

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Revista barbante - n.º 91

13 abr./2025, Natal – RN, 256 p. (Rev. Eletr.)


“Que todos possam sentirem-se pendurados no varal da esperança e da sabedoria neste Barbante forte e corajoso que nada teme”. Nesta edição, os textos estão cheirando a flores e aninhados em ninhos de palavras, formados em galhos de árvores de canteiros bem-cuidados, iluminados pela beleza do Sol e da Lua. Nestes ninhos, encontram-se os poemas: A memória  e Esquecimento (págs. 127 e 128), esperando serem iluminados pela luz dos olhos dos leitores.

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Revista Ecos da Palavra - n.º 26

mar./abr. 2025, Amarantes – PT, 192 p. (Rev. Eletr.)


Com o tema: “Amizade”, esta edição presta uma homenagem a todos os amigos da revista; autores, leitores e colaboradores que se mantém unidos por laços únicos e inquebráveis da literatura, abraçando com afinco a necessidade de cultivá-la, mesmo em tempos difíceis de fazerem as palavras ecoarem em um mundo onde poucos ainda conseguem falar, ver e ouvir. O poema: Soneto a Paulo Valzacchi  (pág. 49) foi escrito na juventude para um amigo que se encantava com a ciência e fez dela a sua profissão.

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Revista LiteraLivre - vol. 9 - nº 50

mar./abr. 2025, Jacareí – SP, 216 p. (Rev. Eletr.)


Ao longo dessas 50 edições, a LiteraLivre construiu um espaço vibrante, onde a criatividade e a paixão pelas palavras e artes ganharam vida, junto a cada autor e artista, que contribuíram com seu talento, e ao leitor, que acompanhou toda jornada, inspirando a seguir em frente. O poema: Velho poema (Pág. 28), mostra o quão distante os homens estão da poesia, mas que apesar de a caminhada ser longa e difícil, os poemas ainda conseguem sobreviver em um mundo enlouquecido. 

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Revista Cultural Orpheu Paredes - 7.ª Edição

Câmara Municipal de Paredes

Mar./2025, Paredes – PT, 172 p.


A edição de 2025 ilustra o panorama dos trabalhos culturais desenvolvidos no ano anterior pelo município de Paredes – PT e homenageia os 50 Anos do 25 de Abril, os 500 Anos do Nascimento de Camões e o 7º. Aniversário do Café Literário. A revista continua a ser um espaço de convívio entre autores consagrados e desconhecidos que honram a Língua Portuguesa. O poema: 25 de abril, tudo a comemorar (pág. 172), foi agraciado com a publicação neste anuário pelas comemorações do “Dia da Liberdade”, em que a Revolução dos Cravos derrubou a ditadura do Estado Novo em Portugal, no ano de 1974, restabelecendo a democracia no país.


Revista Saruência - n.º 1

mar./2025, Itanhaém – SP, 85 p. (Rev. Eletr.)


A Saruência é uma iniciativa do escritor Ítalo Leite Saldanha. Em sua primeira edição digital, tem o propósito de divulgar e conectar artistas, além de ser um trabalho independente e artevista. A princípio, destinada a ser voltada apenas para leitores da Baixada Santista, em São Paulo, ganhou dimensão nacional e internacional, com colaborações vindas de várias partes do Brasil e do mundo graças à internet. O poema: Encontro marcado com a casa da minha infância (pág. 83) foi publicado entre os colaboradores que se uniram para dar vida à revista.

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Revista Animalista - n.º 3

Ed. Cleópatra Cartonera

mar./2025, Vila Velha – ES, 61p. (Rev. Eletr.)


Nesta edição, a Animalista foca na Campanha Mundial de Conscientização e Prevenção de Maus-Tratos a Animais, conhecida como “abril laranja”, criada pela Sociedade Americana para a Prevenção da Crueldade aos Animais (ASPCA) e reforça a importância de manter-se unidos a fim de reestruturar um mundo seguro para todos os animais. A literatura é uma grande aliada, pois tem o propósito de comunicar e traduzir o sofrimento das espécies frente às poucas leis que os protegem. Os poemas: Cante canário e Mata extinta (pág. 23) revelam a alegria e a tristeza que a natureza pode oferecer dependendo das atitudes humanas.

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Revista Inversos -  n.º 29

mar./2025, Feira de Santana – BA, 184 p. (Rev. Eletr.)

 

A leitura é importante para a cultura porque permite aceder a uma diversidade de conhecimentos e experiências; sendo assim, para celebrar o Dia Mundial da Poesia, a Inversos convida o leitor a se deliciar com os poemas, cuja personagem é a própria poesia. Sombra fugitiva da verdade  (pág. 174) é um deles a estender esta digna homenagem.

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Revista Barbante - n.º 89

30 mar./2025, Natal – RN, 266 p. (Rev. Eletr.)


A barbante está de luto devido sua colaboradora ter sido vítima do ódio e da violência que toma conta do nosso país. Quantos contistas, cronistas, poetas e romancistas não vem debatendo estes temas em seus trabalhos, lutando para que as leis brasileiras – tão arcaicas – mudem? Mas, parece que os nossos governantes não estão preocupados com isso. Desejamos apenas que respondam: Até quando? Os poemas Biologia do homem e Desejo de amar (Págs. 135 – 137) se unem aos demais e esperam ansiosos pela mudança. Que Denise Ramacciotti possa descansar em paz!

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Revista Barbante -  n.º 88

23 mar./2025, Natal – RN, 168 p. (Rev. Eletr.)


De modo precipitado, num momento de dificuldade, a Barbante anunciou encerrar sua edição neste número, mas por acreditar que literatura e poesia é para quem sabe perdoar, se refazer, derrubar muros e empecilhos, tirar pedras do caminho e acreditar num mundo melhor; apesar de todo ódio e violência, onde o silencio da palavra é necessário, decidiu continuar a falar através de seus textos àqueles que ainda sabem dar ouvidos às suas reflexões. Assim, o poema Desabafo natural  (pág. 102) deu voz aos animais e à floresta, na esperança de que alguém também possa escutá-los.

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Revista Barbante - n.º 86

Edição Especial Dia da Poesia

14 mar./2025, Natal – RN, 104 p. (Rev. Eletr.)


A Barbante gosta de desafios, correr riscos e vez ou outra sair do cotidiano e, para isto, foi lapidar poemas sobre “Pedra Bruta” ou “Pedra Preciosa”, cada um carregando sua pedra como melhor lhe convém, para comemorar a produção incansável dos poetas, que esculpem a arte do poema e provam a necessidade de cultivar sua essência diariamente. Os poemas: A poesia em si e Cavalgadas do além (págs. 16 e 17), foram esculpidos antes de ganharem forma plena no mundo do papel.

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Revista Animalista - n.º 2

Ed. Cleópatra Cartonera

fev./2025, Vila Velha – ES, 51p. (Rev. Eletr.)


A Animalista chega na segunda edição apresentando seus colunistas e trazendo textos dos colaboradores, que são artistas, escritores, fotógrafos, ativistas e amantes da natureza reunidos em prol da causa animal. O poema Selvilização  (pág. 12), mostra a relação do homem com a selva, após a sua chegada, e a implantação da civilização.

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Revista Barbante - nº. 83

23 fev./2025, Natal – RN, 150 p. (Rev. Eletr.)


O progresso da Barbante está sendo reconhecido por seus editores, autores e leitores, com edições repletas de vozes multiformes que desenrolam um novelo artístico infinito no cultivo da arte das palavras. O poema Proteção agrícola (pág. 80), mostra o quão importante é o ato de cultivar, seja na agricultura, na literatura e na vida, para colher bons frutos, as mais belas e cheirosas flores, os melhores textos e reflexões que vão além do campo superficial das ideias.

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Revista Barbante - n.º 82

16 fev./205, Natal – RN, 136 p. (Rev. Eletr.)


A Barbante persiste no combate às múltiplas violências contra a liberdade de expressão, e segue, cultivando a mais bela arte da palavra: a literatura, com textos que remodelam realidades sombrias e transcendem o cotidiano sociocultural; assim, o poema O lenhador (pág. 73) mostra o homem do campo em uma de suas funções, ainda presentes, no dia a dia pelas cidades do interior.

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Revista Barbante - n.º 81

Edição comemorativa de 13 anos

09 fev./2025, Natal – RN, 144 p. (Rev. Eletr.)


A Barbante completou no último dia 07 os seus 13 anos de vida, de peraltices, de risinhos e brincadeiras pelas águas dos mares de Natal (RN) e nadou pelo mundo mostrando o quanto  é uma menina travessa, mas que também sabe fazer cafuné. O poema O barbante e a Barbante: tecendo vidas (págs. 75 e 76) é uma analogia para comemorar as duas existências: a dos fios que amarram objetos e a da revista que nos amarra à cultura.

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Revista Animalista - n.º 1

Ed. Cleópatra Cartonera

jan./2025, Vila Velha – ES, 84 p. (Rev. Eletr.)


A revista literária Animalista, idealizada por Fábio Aiolfi, é um espaço cultural onde reune textos criativos em prol da causa animal para ajudar na divulgaçao da  importância de cultivarmos mais amor e respeito aos animais, assim como no poema Questionamento animal (pág. 12). Publicada pela Editora Cleópatra Cartonera, com distribuição  virtual e gratuíta.

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Revista Barbante - n.º 80

31 jan./2025, Natal – RN, 130 p. (Rev.Eletr.)


A Barbante continua exatamente como ela nasceu, somente se tornando cada vez melhor. Rumo aos 13 anos de vida faz de nós pessoas livres a voarmos em céus lindos e encantadores. Para voar cada vez mais alto, o poema Corrente marítima (pág. 65) ganha asas nesta edição junto aos demais passarinhos.

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Revista Barbante - n.º 79

26 jan./2025, Natal – RN, 132 p. (Rev. Eletr.)


A Barbante está sempre cheia de bonitezas e textos ricos, ajudando a construir um mundo de leitores com escritores que desafiam a metafísica, indo além da Terra, galáxias e astros; além vida, porque é preciso ler a palavra, a verdade e o amor pelo próximo. O poema Catedral das montanhas (pág. 72) vai além dos morros, onde se tem uma visão privilegiada.

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Revista Barbante -  n.º  78

19 jan./2025, Natal – RN,128 p. (Rev. Eletr.)


Nesta edição, a Barbante homenageia o conhecimento, a arte e a cultura através de publicações literárias e acadêmicas-científicas, valorizando os profissionais, escritores e pesquisadores que ajudam espalhar incansavelmente  a palavra. Assim, o poema Vermelho e branco (Págs. 87 e 88), se mescla por aqui numa mistura de cores cujo só o tempo definirá.

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Revista Barbante - n.º 77

11 jan./2025, Natal – RN, 100p. (Rev. Eletr.)


A Barbante segue a estrela que guia o lugar onde o reino da luz já despontou e a semente da prosperidade já germinou, fortalecendo sua trajetória com novas aspirações, momentos e recomeços criativos. O poema Beijo noturno (págs. 42 – 44) ilustra um destes momentos.

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Revista Barbante - n.º 76

5 jan./2025, Natal – RN, 108 p. (Rev. Eletr.)


A Barbante segue sendo um periódico semanal, democrático e acessível para a publicação de vários gêneros literários e acadêmicos, construindo laços artísticos, valorizando cada texto em suas submissões. O poema Da cidadezinha para a cidade grande (pág. 64) é uma releitura do poema “Cidadezinha qualquer”, de Carlos Drummond de Andrade, publicado no livro Alguma Poesia (1930).

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Revista SerEsta - n.° 14

2.° Sem./2024, São Paulo – SP, 122 p. (Rev. Eletr.)


De volta à SerEsta, entre os 30 selecionados no Concurso sobre “A Vida e a Obra de Carolina Ramos”, o poema Homenagem Simplista (pág. 47), compõe esta edição dedicada à “Princesa da Trova Brasileira”, que também é contista e biógrafa.

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Revista Barbante, n.º 75

29 dez./2024, Natal – RN, 114 p. (Rev. Eletr.)


2024 foi belo e intenso, com muitos colaboradores que acreditaram na Barbante e pretendem continuar nesta caminhada de levar a literatura aos mais diferentes cantos do mundo. O poema Oferenda  (pág. 43), mostra que é preciso carregar as energias e estar pronto para enfrentar o ano vindouro sem desanimar

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Revista Barbante - n.º 74

21 dez./2024 – Natal – RN, 132 p. (Rev. Eletr.)


A Barbante continua riquíssima, gigante, com os trabalhos de seus colaboradores (agora em edição semanal), e reforça que não devemos fazer uma lista de boas intenções e nem chorar por arrependimentos, pois o que passou ficou para trás e, o nosso tempo é hoje. O poema Campos do Jordão, orgulho dos jordanenses (págs. 69 e 70) mostra que toda semente plantada só pode dar frutos no futuro; assim acontece com o crescimento e desenvolvimento das cidades e de um povo.

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Revista Barbante - n.º 73

14 dez./2024, Jacareí – SP, 162 p. (Rev. Eletr.)


A Barbante é uma jovem sereia que há muitos anos ecoa seu canto, redigida e ouvida por tantas pessoas, que, pouco a pouco, compõem uma música que não quer ter fim. Assim, pretende continuar ecoando mais vozes, emoções, visões e saberes por todo o mundo. O poema Baixo astral  (págs. 88 e 89) demonstra uma visão do quanto o sentido do Natal vem se afastando do seu verdadeiro significado.

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Revista The Bard - n.º 28

nov./dez./2024, Taguatinga – DF, 310p. (Rev. Eletr.)


A The Bard convida vocês a se perderem nas palavras, viajando nas “Histórias de Natal” e como diferentes culturas celebram e descrevem esta data ao redor do mundo, unindo tradições, fé e encanto. Entre os textos que compõem suas páginas está o poema O Natal (pág. 207), despertando reflexões sobre o tema.

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Revista LiteraLivre - vol. 8 - n.° 48

nov./dez./2024, Jacareí – SP, 236 p. (Rev. Eletr.)


A LiteraLivre convida todos a prestigiarem os textos e artes vindos de diversos cantos do mundo, entre eles, o poema
Criação (pág. 37).

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Revista Barbante - n.° 72

30 nov./2024, Natal – RN – 110 p. (Rev. Eletr.)


Mais uma poesia deixa o site para habitar as páginas da Barbante, que ao comemorar a Proclamação da República consolida a democracia, abrindo portas para a publicação de vários gêneros. O poema A partilha da libertação  (Págs. 39 e 40) é um exemplo desta democratização.

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Revista Barbante - n.° 71

14 nov./2024, Natal – RN, 146 p. (Rev. Eletr.)


A Barbante proclama a arte e a cultura com autores compromissados ​​com a vida Ipsis litteris, questionando a existência da Consciência Negra. O poema  Racismo  (páginas 63 e 64), também deixa um alerta para esse questionamento.

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Dossiê Eros - Revista Literária - 1.ª edição

Editora e Produtora Fênixarte

Temática Erótica – Sensual

(Recomendado para maiores de 18 anos)

set./out./nov./2024, Guaratinguetá – SP, 293 p. (Rev. Eletr.)


Com publicação trimestral, em sua primeira edição de lançamento, a revista apresenta uma compilação de variados textos que mergulham nos mistérios do universo da Literatura Erótica, imersos em desejos, fantasias e emoções, abordando a sexualidade humana. Com coragem, cada autor compartilha suas visões e experiências. O conto Negócios humanos (Págs. 246 – 252) inserido na seção “Erotismo em Foco V” está entre eles.

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Revista Barbante - n.° 70

31 out./2024, Natal – RN, 125 p. (Rev. Eletr.)


Que nossos Raimundos e Joãos da vida continuem cada vez mais a poetizarem o mundo. Homenagem ao Dia das Bruxas e aniversário de Carlos Drummond de Andrade. O poema Manifesto (em festa)  deixa o site e passa para a revista (págs. 40 - 42) em comemoração aos 10 anos do Movimento “Vem pra Rua”.

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Revista Barbante -  n.° 69

15 out./2024, Natal – RN, 86 p. (Rev. Eletr.)


A Barbante tornou-se uma criança para  trazer alegria, algodão doce, pipoca e pirulitos às suas páginas, com um pouco de peraltices e birras para não dizer que é quietinha por demais. O poema Amanhã...  (pág. 28), ilustra o quanto a essência da criança vai se perdendo ao tornar-se adulta.

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Revista The Bard - n.º 27

set./out ./2024, Taguatinga – DF, 316 p. (Rev. Eletr.)


Junte-se aos poetas do Brasil e de mais 16 países para dar um mergulho em versos que tocam a alma, despertam reflexões e exploram a profundidade do sentir humano. O poema Extinção dos românticos  (pág. 233) é um deles que demonstra este conteúdo profundo.

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Revista LiteraLivre - vol. 8 - n.° 47

set./out./2024, Jacareí – SP, 153 p. (Rev. Eletr.)


Dedicada à florada literária da primavera, escritores e artistas de diversas partes do mundo puderam demonstrar o seu talento através da criatividade, e que juntos, são mais fortes para mudar o mundo através das palavras. O poema Sonho ao balanço do ônibus (pág. 27), ilustra a inexistência de hora e lugar apropriado para relaxar a mente e deixar o pensamento fluir: livre, leve e solto; como em um bom sonho.

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Revista Catarsis - n.° 4

Editora e Produtora Fênixart

set./out./2024, Guaratinguetá – SP, 100 p. (Rev. Eletr.)


Os temas de inspiração foram: “A Primavera e O Dia das Crianças”. O primeiro, estação das flores, época de renovação e crescimento na natureza. O segundo, em comemoração a data escolhida para homenagear a proteção infantil. Há uma gama de poemas na seção “Literatura em Foco” celebrando-os. Em busca da primavera  (pág. 92) é um deles.

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Revista Barbante - n.° 68

30 set./2024, Natal – RN, 172 p. (Rev. Eletr.)


A Barbante tornou-se em uma estufa de flores de todas as cores e aromas para poder continuar o mais belo cultivo da arte da palavra: a literatura. Nas suas páginas os autores semearam a multiplicidade do fazer artístico para combater as violências contra a liberdade de expressão. Neste campo produtivo, o poema Laurel à Ruth Guimarães  (pág. 76), homenageia a escritora que também lutou muito em vida neste sentido.

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Revista Alinhavos - vol. 4 - n.° 4

Oficina Mão & Obra

ago./2024, Belém – PA, 59 p. (Rev. Eletr.)


Alinhavos faz parte do projeto Oficina Mão & Obra, do Instituto de Letras e Comunicação da UFPA. É um espaço aberto para autores que querem compartilhar seus exercícios literários. A revista, publicada em formato digital, tem acesso gratuito. “Vozes Entre Línguas” foi o tema desta edição, onde os colaboradores exploraram os limites e as interpenetrações entre as línguas; próprias e alheias, familiares ou estranhas. A conquista do dia (pág. 17), apresenta uma versão poética da lenda Kamaiurá, idealizada na fala dos povos indígenas.

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Revista LiteraLivre - vol. 8 - n.° 46

jul./ago./2024, Jacareí – SP, 195 p. (Rev. Eletr.)


Nesta edição, a LiteraLivre conta com a participação de autores de diversas partes do mundo, celebrando a variedade de estilos e exaltando a beleza da língua portuguesa através das palavras. Embelezando este panorama, encontra-se o poema Só uma palavra (pág. 29) e muitos outros acolhidos pela literatura com liberdade.

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Revista Literária Catarsis - n.° 3

Editora & produtora Fênixart

Jul/Ago – 2024, Curitiba – PR, 103 p. (Rev. Eletr.)


Feita para os amantes das artes literárias, a Catarsis é uma revista digital bimestral, com distribuição gratuita, criada pela Editora & Produtora Fênixart. Neste número, inspirou-se no Dia dos Pais e do Amigo para convidar os escritores e poetas a refletirem sobre o assunto. Na coluna “Poemas de Nossos Colaboradores”, o tema proposto foi Amizade, onde Velhos amigos  (págs. 90 e 91) está inserido junto aos demais, demonstrando a importância dos amigos na vida das pessoas.

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Revista Barbante - n.° 66

 ago./2024, Natal – RN, 202 p. (Rev. Eletr.)


Nesta edição, a Barbante celebra a vida dos pais, sendo a filha tímida e carinhosa de um pai muito amoroso: o saber, que vem semeando em suas páginas diversos gêneros de textos à luz da produção riquíssima de autores proficientes. Contribuindo com esta riqueza, encontra-se o poema O farelo virou fubá e ganhou o mundo (págs. 99 e 100), fruto destas sementes plantadas neste vasto campo produtivo.

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Revista Barbante - n.° 65

jul./2024, Natal – RN, 208 p. (Rev. Eletr.)


Na vastidão da criancice da Barbante, no brincar da ciranda, do esconde-esconde, cadê o grilo?, a revista, a cada dia, cresce mais um pouquinho com produções riquíssimas para transformar vidas e remodelar realidades. Nesta edição, o poema Teus olhos  (págs. 125 e 126) entra na brincadeira para fortalecer juntos com outros autores o processo deste crescimento

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Revista The bard - n.° 25

mai./jun./2024 , Taguatinga – DF, 349 p. (Rev. Eletr.)


Nesta edição, a The Bard proporciona uma verdadeira viagem à cultura milenar chinesa que tem sua poesia influenciada pela filosofia e espiritualidade. Com reflexões profundas, os poetas participantes cultivam um vasto jardim, onde as palavras florescem numa profusão de cores e fragrâncias para traduzirem a essência da vida e dos sentimentos. Neste jardim poético, o poema A tristeza do Rio Paraopeba (pág.255) faz parte desta florada através da arte poética de escrever

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Revista Barbante - n.° 64

jun./2024, Natal – RN, 154 p. (Rev. Eletr.)


No ritmo do xote, do xaxado e do baião, a Barbante gosta de brincar no arraial; pula fogueira, faz uma quadrilha com seus bonecos, tudo embalado com deliciosas comidas típicas; mas não deixa de fora desta festa a arte literária de valorizar e refletir o imaginário sociocultural, educacional, histórico e político brasileiro. O poema Tiro ao pombo (págs. 82 e 83) traz um pouco desta reflexão e valorização à natureza. 

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Revista Inversos - n.º 28

jun./2024, Feira de Santana – BA, 75 p. (Rev. Eletr.)


No intuito de valorizar a cultura junina, a presente edição convocou escritores e poetas a trazerem suas escritas sobre a Culinária Típica da Festa de São João. Nesta convocatória, o poema Festa Junina (pág. 36) foi selecionado para celebrar a festividade e compor esta antologia.

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Revista Barbante -  n.° 63

mai./2024, Natal - RN, 104 p. (Rev. Eletr.)


A Barbante é uma menina tímida que gosta de brincar dando nós em seus bonecos para não caírem nas ágias do rio Potengi, contribuindo para transformar vidas, remodelar realidades e refletir parte do imaginário sociocultura. O poema O desabrigado  (págs. 65 e 66) faz parte desta reflexão.

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Revista Barbante - n.° 62

abr./2024, Natal – RN, 150 p. (Rev. Eletr.)


“Chegar aos quatro cantos do universo presenteando os leitores com textos de qualidade”. Este é o objetivo da Barbante em tempos que se faz tão necessário capturar todas as possíveis esperanças de um mundo melhor. O poema: Que importância tem a inflação?  (págs. 90 a 92), deixa evidente a necessidade de se fazer uma faxina na economia do país e limpar de vez a alta carga de impostos que pagamos por aqui.

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Revista Barbante - n.° 61

mar./2024, Natal – RN, 106 p. (Rev. Eletr.)


“A Barbante é uma menina tímida que gosta de brincar dando nós em seus bonecos para não caírem nas águas do rio Pontengi.” Esta edição conta com produções riquíssimas de autores comprometidos com a ciência e a arte. O poema De pensar que a vida é solidão (págs. 60 e 61), não poderia ficar de fora deste compromisso.

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Revista Fluxos - n.º 15

Ed. A Liter Ação

mar./2024, Guarulhos - SP, 89 p. (Rev. Digital)

                     

Com 5 anos de existência, muito trabalho, muita literatura boa, diversificada e rica, a Fluxos já é consolidada com autores do Brasil e, até, de outros países. Nesta edição, o destaque vai para a quantidade de sonetos publicados na seção Espirais Poéticos, da qual o poema À espera de uma resposta (págs. 25 e 26) também faz parte, homenageando as obras de Fernando Sabino. Disponível no blog A Liter Ação, com tiragem trimestral, exclusivamente virtual e totalmente gratuita. 

(Este exemplar está disponível para ler on-line).                    

Revista The Bard - n.º 23

jan./fev./2024, Taguatinga – DF, 283 p. (Rev. Eletr)

 

A Coluna Poetas e Poetisas está mergulhada em versos que tocam a alma, despertam reflexões e exploram a profundidade do ser humano por meio da magia da poesia. Assim, o poema Labirinto (pág. 218) foi publicado neste refúgio acolhedor de emoções, que transcendem as limitações temporais, para junto de outros autores do Brasil e exterior comporem esta edição em homenagem aos ilustres pintores e à História da Pintura.

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Revista Barbante - n.º 58

jan./2024,  Natal – RN, 206 p. (Rev. Eletr.)


Próxima de completar 12 anos de vida, a Barbante foi corajosa, ousada e está feliz por ser uma criança mimada que gosta de cafuné. Para receber esta carícia, o poema A graça da garça   (pg. 94), foi selecionado entre o grande número de colaboradores desta edição.

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Revista Cabeça Ativa - n.º 63

Ed. Costelas Felinas

nov./dez./jan./2023-24, São Vicente – SP, 24p.


Neste endereço, a revista direcionou-se a estacionar poemas e metáforas rueiras em um encontro literário pelas ruas de tantos poetas para descrever os sentimentos de urbanidade pelas esquinas, avenidas, alamedas, ruelas, becos, travessas e vielas das cidades, onde escondem perigos, infortúnios, violências, mas também transitam alegrias, diversões e muita gente em busca de uma faixa segura para a mobilidade e expansão do bem-comum. O poema Trágicas cores, com seu sapato de borracha, teve a honra de caminhar por aqui.


Revista Inversos - 26.ª edição

nov./2023, Feira de Santana – BA, 101 p. (Rev. Eletr.)


A Revista Inversos publicou os selecionados do edital de chamada ao Dia da Consciência Negra, com temática que abordam o racismo e suas vertentes: resistências, desigualdades, lutas, liberdades, preconceitos e outras, em tributo ao grande líder quilombola Zumbi dos Palmares. O poema Somos um imenso nós (pág. 41), faz parte desta coletânea, editada por Maroel Bispo e disponibilizada gratuitamente.

(Este exemplar está disponível para ser baixado em PDF).


Revista SerEsta -  n.º 12

2.° sem./2023, São Paulo - SP,  98 p. (Rev. Eletr.)


Contemplado no concurso que homenageia "A Vida e a Obra de Conceição Evaristo", o poema O abraço que não pude dar  (pág. 37)   está entre os 30 classificados publicados em conjunto com as obras da equipe de produção da revista, destinada a  quem deseja conhecer à respeito desta ilustríssima escritora.

(Este exemplar está disponível para ser baixado em PDF).


Revista Cabeça Ativa -  n.º 62

Ed. Costelas Felinas

ago./set./out./2023, São Vicente - SP, 24 p.


A redolência do precioso líquido, obtido por infusão, infiltrou-se através dos poemas para compor este paladar poético, e agora encontra-se acondicionada para ser sorvida em goles quentes de poesias. Após a colheita, secagem, torrefação e moagem; o poema Fruto do cafezal  compõe esta revista,  e verso a verso deseja ser degustado com sabor de um cafezinho.

Revista Barbante -  n.º 55

set./2023, Natal - RN, 230 p. (Rev. Eletr.)


Nesta edição, os autores desenvolveram temas com olhares variados, dando à revista um caráter bem abrangente e especial, em tempos que se faz necessário capturar todas as possíveis esperanças de um mundo melhor. O poema Recado de índio (págs. 90 e 91) deixa claro a necessidade de defender os povos indigenas. enfatizando as dificuldades enfrentadas na luta por mais visibilidade e valorização.

(Para baixar este exemplar em PDF, acesse diretamente o site da revista).

Revista LiteraLivre - vol. 7- n.º 40

jul./ago./2023, Jacareí - SP, 260 p. (Rev. Eletr.)


A Revista  tem como missão principal  dar espaço aos escritores e artistas de todos os lugares, amadores ou profissionais, publicados ou não, que desejam divulgar seus escritos e mostrar seu talento de forma independente e livre. Para esta edição foram selecionados 122 trabalhos dos 621 inscritos. O poema Quadro íntimo (pág. 30) está entre eles.

(Este exemplar está disponível para ser baixado em PDF).


 Revista SerEsta - n.º 11

1.° sem./2023, São Paulo - SP,  98 p. (Rev. Eletr.)


À partir desta edição, em homenagem à vida e obra de Paulo Leminski,  a revista teve sua capa reformulada com publicação em conjunto dos textos da equipe e dos selecionados em concurso, unificando revista e suplemento em um único exemplar. O poema Leminski-se!  (pág. 40) foi selecionado entre os 30 finalistas que compõem este volume. 

(Este exemplar está disponível para ser baixado em PDF).



Suplemento da Revista SerEsta - n.º 10

1.° sem./2023, São Paulo - SP,  48 p. (Rev. Eletr.)


Neste Suplemento Eletrônico da Revista estão os 30 trabalhos e as 2 menções honrosas, selecionados no concurso "A Vida e a Obra de Clarice Lispector". O poema No rosto, o silêncio  (pág. 11),   inspirado no último romance da autora: Um sopro de vida, faz parte desta seleção.

(Este exemplar está disponível para ser baixado em PDF).


Revista The Bard -  n.º 18

mar./abr./2023, Taguatinga - DF, 323 p. (Rev. Eletr.)


Presente em trinta países e em cinco continentes: África, Ásia, Europa, Oceania e América, abordando um conteúdo com amplo referencial cultural, estético e artístico, com temas livres escritos em diferentes contextos sociais. Possui avançada tecnologia AI e Feed RSS em PDF com acessibilidade para pessoas com deficiências visual e auditiva. Conta com três modalidades de acesso: Revista 3D, Revista eletrônica e PDF interativo. O poema Homenagem ao malandro  (pág 248) dedicado à Chico Buarque está inserido nesta edição.

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Revista Barbante - n.º 52

jan./2023, Natal - RN, 170 p. (Rev. Eletr.)


Nesta edição, um coletivo literário unido para fazer das letras um instrumento de paz mundial e interior às almas carentes de leituras delicadas. Minha companheira Polly está inserido na seção Poemas (págs. 81 e 82).

(Este exemplar está disponível para ser baixado em PDF).


Suplemento da Revista SerEsta - n.º 9

2.° sem./2022, São Paulo - SP,  44 p. (Rev. Eletr.)
   

Neste Suplemento Eletrônico da Revista estão os 30 trabalhos selecionados no concurso "A Vida e a Obra de Mauricio de Sousa". O poema Nosso desenhista (pág. 12),   faz parte desta seleção, inspirado em seus personagem e na poesia escrita por seu pai: "Nosso Filho".

(Este exemplar está disponível para ser baixado em PDF).



Revista Mystério Retrô - n.° 4

Cartase, 2021, org. Tito Prates, Jandira - SP, 120 p.

 

A revista é especializada em temas de mistério, suspense, terror e policial. Nesta edição um empolgante elenco de autores conhecidos e estreantes apresentam seus contos originais, dos quais O fantasma da velha casa foi selecionado para integrar suas páginas.


Revista Noti-Sears - n.° 144

(Órgão Informativo dos Funcionários da Sears no Brasil)

jan./fev./1982, São Paulo - SP, 20 p.

 

A poesia No mundo em que vivemos foi selecionada para a seção "O Leitor Colabora", ofertada por Paulo Alves de Oliveira.

 

Revista Noti-Sears - n.° 143

(Órgão Informativo dos Funcionários da Sears no Brasil)

nov./dez./1981 , São Paulo - SP, 20 p.


A crônica Sonho de um mundo perdido  foi publicada com destaque especial pela ocasião da festividade de natal.


Revista Noti-Sears - n.° 141

(Órgão Informativo dos Funcionários da Sears no Brasil)

jul./ago./1981, São Paulo - SP, 24 p.


As poesias Sombra na luz do dia e Palavras da amizade foram extraídas dos originais do livro "A poesia no mundo", para homenagear o funcionário Paulo Alves de Oliveira (Alfaiate) pelos 20 anos de serviços prestados à empresa.