O poder de Lafaiete

Bernardo Santos


Nossa Senhora da Conceição abençoou
onde Bernardo Guimarães escreveu a Escrava Isaura
e Lafayette Rodrigues quis o Direito das Cousas
depois de brincar e crescer na Fazenda dos Macacos.
A Vila de Queluz e seus debates,
a Fonte Grande e o Chafariz
e até mesmo “A Mãe e a Morte”
na tela do Cine São Geraldo passaram a ser lembranças.
Queluz de Minas se transforma
E nasce Conselheiro Lafaiete
com novos cinemas e “Melodia Imortal”,
com suas rádios tocando músicas
e sons invadindo os ouvidos
até mesmo na “Ouvidio Barbosa”;
contracenando num novo Panorama
de notícias impressas.
A cidade cresce
a população aumenta
velhos lafaietenses morrem
novos lafaietenses nascem.
Nova vida na Praça Getúlio Vargas
a banhar-se sob a luz do sol;
Vida nova ganha a cidade
vista por um Cristo Redentor
que vigia o bairro Santa Efigênia
e guarda os moradores;
protegendo-os, abençoando-os
e nutrindo-os de fé,
força e espiritualidade
para que com trabalho, luta e dignidade
continuem construindo a cidade
fazendo-a crescer mais intensamente;
ganhando a cada dia:
O saber
o fazer
o poder...
E Conselheiro Lafaiete pode,
como pode!...



 
 
 

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